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Agenda ESG deve atrair US$ 53 trilhões em aportes em 2025

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Segundo uma pesquisa da Bloomberg, a agenda ESG (Ambiental, Social e Governança, na sigla em português) deve atrair US$ 53 trilhões (R$ 253,02 trilhões) em investimentos em 2025. Em média, sete (76%) a cada dez empresas do Brasil já adotaram estratégias de negócio que incluem tais práticas, segundo um levantamento da consultoria KPMG

Ainda de acordo com o estudo, os empreendimentos com práticas sustentáveis têm mais oportunidades de conseguir a confiança do cliente, já que os consumidores estão cada dia mais atentos às consequências que as companhias podem causar ao meio ambiente.

Aliás, um artigo do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) destaca que ESG é uma tendência em ascensão no mundo dos negócios, pois investidores, consumidores e a sociedade, como um todo, tendem a priorizar marcas e empresas que atuam de forma comprometida com o ecossistema, com as pautas sociais e de governança. 

Segundo a pesquisa global IBR (International Business Report), promovida pela Grant Thornton, as práticas ESG são cada vez mais relevantes para os negócios, na visão de 89% dos entrevistados – razão pela qual a modalidade tem ganhado uma aderência crescente por parte dos negócios brasileiros. 

Willer Tomaz, sócio do escritório Aragão e Tomaz Advogados Associados, empresa com sede em Brasília (DF), observa que, nos últimos anos, houve um aumento significativo na conscientização sobre questões ambientais, sociais e de governança, tanto a nível global quanto no Brasil. “Isso levou muitas empresas a adotarem práticas mais sustentáveis e responsáveis, em parte devido à pressão dos consumidores, investidores e reguladores”. 

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Tomaz explica que, no meio jurídico, o ESG tem o papel de adequar essas práticas às normas vigentes, avaliando as estratégias definidas pelas empresas e fornecendo a orientação necessária para a correta implementação das práticas de acordo com as peculiaridades de cada negócio. 

O advogado ressalta que a área jurídica não deve ficar restrita ao simples cumprimento burocrático da legislação. “É preciso ir além, atuar de maneira que os valores e práticas ESG possam se tornar diferenciais competitivos, garantindo que a empresa consiga crescer de forma sustentável e valorizando o negócio como um todo”, afirma.

Sobre Willer Tomaz

Willer Tomaz é advogado e sócio do escritório Aragão e Tomaz Advogados Associados.

Última atualização da matéria foi há 11 meses


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