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Estratégias são peça-chave para gestão de última milha

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Segundo projeção da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o faturamento do e-commerce deve chegar a R$ 185,7 bilhões em 2023, R$ 205 bilhões em 2024 e R$ 225 bilhões em 2025. Para 2026 e 2027, o e-commerce a expectativa é alcançar o faturamento de R$ 248 bilhões e R$ 273 bilhões, respectivamente, ainda de acordo com o levantamento da ABComm.

Com o cenário em crescimento evidente, o fluxo das demandas de mercado também entra na lógica de expansão. No caso, o aumento da atenção com a trajetória das compras realizadas em e-commerces ganha maiores proporções. São aspectos ligados, por exemplo, à gestão de última milha, como explica Jackson Prado, head comercial da logtech Vuupt.

“Na gestão de última milha, existem diversas estratégias e ferramentas utilizadas para garantir a eficiência e qualidade na entrega de produtos ou serviços”, afirma Prado. Estas ferramentas vão desde desenvolvimento de roteiros e gerenciamento de informação até tecnologia de rastreamento. 

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O profissional lista os principais elementos que, para ele, são peça-chave para a gestão de última milha nos tópicos a seguir:

Roteirização:

“A roteirização é uma estratégia fundamental na gestão de última milha. Ela envolve o planejamento das rotas de entrega, levando em consideração fatores como distância, capacidade do veículo, restrições operacionais e horários de entrega”, explica.

Ele destaca que, ao utilizar uma plataforma com algoritmos de roteirização, é possível otimizar as rotas, reduzindo custos e tempo de entrega.

Gerenciamento de informações

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Para Prado, o gerenciamento de informações é crucial na gestão de última milha. Isso inclui o registro e o monitoramento de dados relacionados aos pedidos, como informações do cliente, produtos, endereço de entrega, status do pedido e histórico de interações.

“Com uma plataforma eficiente de gerenciamento de informações, é possível garantir a precisão dos dados, facilitar a rastreabilidade das entregas e melhorar a comunicação com os clientes”, afirma.

Canais de comunicação

Na visão do  head comercial da Vuupt, ter canais de comunicação eficientes é essencial na gestão de última milha. Isso envolve a capacidade de se comunicar com motoristas, equipes de logística, clientes e demais partes interessadas.

“É importante contar com canais de comunicação em tempo real para ter atualizações e informações sobre as entregas. A comunicação clara e precisa evita erros, atrasos e melhora a experiência do cliente”, articula.

Tecnologia de rastreamento

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Para Prado, a tecnologia de rastreamento é uma ferramenta alternativa na gestão de última milha: “Por meio da plataforma de rastreamento, é possível monitorar a localização dos veículos de entrega em tempo real”.

“Além disso, é possível obter informações sobre o status das entregas e fornecer atualizações aos clientes – o que ajuda a aumentar a transparência, a confiança e a eficiência das operações”, acrescenta.

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Automação de processos

A automação de processos desempenha um papel importante na gestão de última milha, considera o profissional da logtech.

“Ao automatizar tarefas manuais e repetitivas, como a geração de rotas, o processamento de pedidos e a emissão de ordens de entregas, é possível reduzir erros, economizar tempo e recursos, além de melhorar a produtividade da equipe”, explica.

Banco de dados

Prado também destaca que ter um banco de dados é fundamental para a gestão das informações que envolvem a última milha.

“Através de uma plataforma eficiente, é possível ter acesso a dados precisos e atualizados, que permitem tomar decisões embasadas e monitorar o desempenho das operações”, pontua. “Além disso, uma boa comunicação entre todas as partes envolvidas é essencial para garantir o alinhamento das expectativas, resolver problemas em tempo hábil e manter os clientes informados sobre suas entregas”, completa.

Otimização de processos visa auxiliar a gestão de última milha

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O profissional ressalta que uma boa roteirização é igualmente importante, pois permite maximizar a eficiência operacional, reduzir custos com combustível e mão de obra, otimizar o tempo de entrega e minimizar os riscos de erros ou atrasos.

“Cada operação é única, por isso é importante que os gestores tenham em mente que adaptações serão necessárias para que os recursos sejam otimizados e os processos validados pela sua eficiência em atender as demandas do setor logístico, podendo ser ampliado, ou reduzido, de acordo com a estratégia global da companhia”, explica Prado.

Para mais informações, basta acessar: https://www.vuupt.com/

Última atualização da matéria foi há 12 meses


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