Roberto Azevedo: “Oferecemos soluções que vão além do financiamento”

Roberto Azevedo

Único banco mineiro especialista no varejo de eletromóveis, o Semear completa 15 anos em 2021 e comemora esse marco com o desenvolvimento de seu plano de expansão. A expectativa é de um crescimento de 50% no total de pontos de atendimento distribuídos pelo Brasil, saltando dos atuais 2 mil para 3 mil até o final do ano.

No radar, estão, principalmente, as regiões Sudeste e Centro-Oeste do país, onde foram mapeados os maiores potenciais do segmento. Além disso, mantém um forte investimento em infraestrutura para ampliar a digitalização da experiência do cliente nas lojas físicas e para aumentar as operações no mercado de meios de pagamentos.

A demanda pelos produtos e serviços diferenciados da instituição apresenta acréscimo desde o ano passado, o que é um dos motivos para o atual processo de conquista de novos mercados. Somente entre o último quadrimestre de 2020 e o primeiro de 2021, houve alta de 34% no volume de financiamentos.

Nesse período, o banco mais que quadruplicou o número de redes atendidas – passou de 14 para mais de 60 – e aumentou sua presença em quase 100 cidades (de 483 para 580). Hoje atua em 21 estados, em todas as regiões brasileiras, com mais de 2 milhões de consumidores atendidos ao longo de sua trajetória.

O presidente do Semear, Roberto Azevedo, observa que, mesmo com as dificuldades do cenário de pandemia, há espaço para seguir com a expansão, especialmente porque o varejista está mais preparado e adaptado a novas formas de atendimento.

“Nós financiamos a operação do varejo de móveis e eletrodomésticos, para que o consumidor possa comprar de forma parcelada. O foco são as classes D e E, um perfil muito específico, que tem necessidade de fôlego financeiro. O Semear possibilita isso tanto no financiamento de mercadorias como em empréstimo pessoal”, ressalta. A corporação tem como parceiros empresas com cerca de 20 até 200 lojas.

Azevedo acrescenta que a procura maior pelos serviços do banco parte das redes regionais, localizadas nas cidades do interior e que ainda trabalham com o financiamento por boletos. Em geral, esses empresários precisam de um suporte mais customizado, e foi justamente nesse aspecto que a corporação se consolidou no mercado.

“Usamos nossa expertise de 15 anos de atuação e inteligência de mercado para encontrar as oportunidades que melhor se encaixem no perfil de cada varejista. Mantemos uma relação muito próxima mesmo dos clientes, sendo parceiros do negócio e trabalhando para que vendam mais, especialmente nos momentos de crise. Com isso, oferecemos soluções que vão além do financiamento, a exemplo do contato direto com distribuidores”, completa o executivo.

No planejamento estratégico para os próximos anos, ainda estão os investimentos para acelerar o processo de digitalização, principalmente aqueles que valorizem a experiência dos consumidores nas lojas físicas.

Trata-se de uma ferramenta de formalização digital da operação de crédito, que gera mais segurança e economia de papel, de tempo e de logística, além de praticidade para o varejista e para o consumidor.

Atualmente, o sistema está em implementação nas redes do Nordeste do país, com ótima aceitação. Gradativamente, será replicado aos demais pontos de atendimento.

Sobre o Banco Semear:

Fundado em 2006 e sediado em Belo Horizonte (MG), o Banco Semear é o único banco mineiro especialista no varejo de eletromóveis. Está presente em todo o território nacional e atende a mais de 2 milhões de clientes nas cinco regiões brasileiras, com destaque para as cidades do interior do país.

A instituição se consolidou no atendimento ao varejista, por meio do financiamento das operações para que os consumidores, majoritariamente pertencentes às classes D e E, parcelem compras de móveis e eletrodomésticos em até 24 vezes.

Ao longo dos anos, o Banco Semear ampliou a participação no mercado nacional, com expansão da carteira de produtos e serviços.

Tornou-se, assim, um banco múltiplo, dinâmico e inovador, com foco também em inclusão e educação financeira.

*Com participação da jornalista Luciana Rezende.

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