Sérgio Olivetti, CEO e sócio-fundador da Blue Gate: “Ficar estagnado sempre foi sinônimo de fracasso”

Blue Gate

Um levantamento recente feito pelo Sebrae mostra que a pandemia do coronavírus afetou 98% do setor de eventos. Em comparação ao mês de abril do ano passado, 62,5% dos entrevistados acreditam na redução de 76% a 100% do faturamento em abril deste ano. Uma das empresas que se reinventaram nessa crise foi a Blue Gate, especializada em produção de eventos corporativos, logística e viagens corporativas. Ela acaba de lançar o app Blue Connect, que surge como uma excelente opção para empresas que precisam criar um evento 100% digital ou híbrido de baixo custo, de forma simples, organizada e com total segurança e mobilidade. Pode ser uma reunião, convenção, congresso, palestra ou live com quantidade ilimitada de participantes, totalmente personalizados e customizáveis. O Blue Connect é inovador, customizável e une várias ferramentas embarcadas, o que inclui logística, criação, produção de conteúdo, planejamento e desenvolvimento. Todas elas ampliam o controle e melhoram a experiência do organizador e do participante, que podem utilizá-lo via mobile (IOS e Android) e web.“Essa foi (e continua sendo) a crise mais difícil da história. Um dos setores mais afetados certamente foi o de entretenimento, englobando os mercados de turismo, eventos e serviços em geral. Por isso verticalizamos todo o processo com o know how da Blue Gate no presencial para atender esse novo normal”, explica Sérgio Olivetti, CEO da Blue Gate.

Sérgio, qual foi o start para o início da Blue Gate?

A Blue Gate iniciou suas atividades no ramo de viagens corporativas, eventos e viagens de incentivo em maio de 2007 em um evento fechado no hotel Staybridge, em São Paulo. Esse evento pareceu, para muitos, ter sido o primeiro passo dessa agência de viagens. No entanto, a empresa começou de um esboço para um TCC de bacharelado em meados de 2005, na minha Escola Superior de Propaganda e Marketing.

Nessa época identifiquei que havia muitas lacunas a serem preenchidas no pré, durante e pós-viagem pelas agências atuantes no mercado corporativo. Essa primeira impressão foi se confirmando à medida que concluía meu projeto de pesquisa, realizado em dois anos. Dessa forma, surgiu a Blue Gate.

Quais os pilares que moldam a visão da empresa?

Com certeza a inovação, a rapidez e o dinamismo no atendimento às demandas dos clientes. Para isso contamos com uma equipe jovem, porém, experiente e com mentalidade diferenciada, preparada para oferecer um serviço inovador e exclusivo.

Inovar para a Blue Gate é primordial em quais sentidos?

Em todos. Inovar, principalmente no momento em que estamos, é essencial para a sobrevivência. Ficar estagnado sempre foi sinônimo de fracasso no empreendedorismo e agora, que o momento exige mudanças de diretrizes, inovar é a diferença entre prosperar e fechar as portas.

O que os clientes têm buscado na Blue Gate em todos esses anos?

A Blue Gate sempre foi sinônimo de entregas de muita qualidade, aliada a um preço muito competitivo. Depois de 13 anos de mercado, a Blue se tornou um símbolo de confiança para quem busca nossos serviços.

Como se encontrava o turismo corporativo antes da pandemia?

Estava em total expansão, com uma demanda recorrente por parte dos clientes. Essa foi (e continua sendo) a crise mais difícil na história da humanidade e o setor de entretenimento, englobando mercados como turismo, eventos, serviços em geral, foi um dos mais afetados.

Quais as maiores dificuldades durante essa pandemia?

Sem dúvida a necessidade que tivemos de nos reinventar, reestruturar e nos reposicionarmos em um mercado tão dinâmico e com necessidades tão precisas.

Como a Blue Gate tem ultrapassado essas dificuldades?

Refletimos muito sobre o comportamento do consumidor no “novo normal” que em breve simplesmente se tornará “normal”. A nossa agilidade em nos reestruturarmos e nos reposicionarmos para oferecer um produto inovador fez toda a diferença do meu ponto de vista.

O que vislumbra para o turismo corporativo e consequentemente para a Blue Gate no pós-Covid?

É muito delicado conseguir dar alguma previsão no meio de um furacão como esse que estamos passando; é muito complicado falar de mudanças quando até ontem as empresas tinham negócios prósperos e produtivos; é muito complexo simplesmente virar a página e mudar tudo; contudo é necessário, esse momento e os próximos anos exigirão isso de todos nós.

Fale um pouco sobre a criação da ferramenta Blue Connect.

O BlueConnect nasceu para atender a uma demanda de empresas que precisavam criar um evento 100% digital ou híbrido de forma simples, organizada e de baixo custo. Criamos um produto totalmente inovador e customizável, que oferece ferramentas que ampliam o controle e melhoram a experiência do organizador e do participante.

Quais os grandes diferenciais dessa ferramenta?

O Blue Connect oferece o full service para atender empresas que buscam por eventos 100% digitais como também híbridos. Oferecemos desde um app com várias ferramentas embarcadas até a logística, criação, produção de conteúdo, planejamento e desenvolvimento. O que fizemos foi verticalizar todo o processo com o know how Blue Gate no presencial para atender esse novo normal. Não tem nenhuma solução que ofereça um serviço tão completo hoje no mercado.

O que lhe faz ter a certeza que o Blue Connect é a solução mais completa do mercado?

Fizemos muitas pesquisas no mercado e não encontramos nenhum concorrente direto. Isso porque eu considero concorrentes diretos as empresas que fazem eventos, mas hoje elas estão mais voltadas à realização de webinários e streaming, por exemplo, ou uma feira online com visual 3D. Porém, o Blue Connect abrange essas ferramentas e muitas outras, o que nos garante um grande diferencial.

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