Fabian Valverde, sócio e cofundador da Paketá Crédito: “Nossa missão é democratizar o crédito consignado”

Paketá Crédito

A Paketá é uma fintech que começou a operar em 2019 e que oferece crédito consignado para funcionários de empresas. Com ajuda de tecnologias como Inteligência Artificial, Machine Learning, entre outras, o aplicativo consegue oferecer não só crédito customizado, mas também conteúdo educativo, de acordo com o momento de vida (e financeiro) de cada usuário. A Paketá tem como clientes empresas de todos os portes (de 5 a 25,000 funcionários) e o segmento de PMEs é estratégico. A fintech aproveita a lacuna da maioria dos “bancões” em não ofertar o consignado privado para empresas com menos de 100 funcionários e também atua fortemente nessa fatia de mercado. Com mais de 660 empresas conveniadas em todo o Brasil e uma base de 62,000 funcionários elegíveis para o crédito, a fintech tem um fundo com mais de R$ 500 milhões disponíveis para empréstimos. Em menos de 24 horas após a aprovação do empréstimo pelo RH das empresas, o valor é liberado aos funcionários. A meta da Paketá é emprestar R$ 1 bilhão até 2025, beneficiando 150 mil funcionários das empresas conveniadas. “A ideia da Paketá se tornou real a partir de dois grupos. O primeiro grupo é liderado pelo meu sócio Rafael. O Rafa foi por mais de 10 anos um dos maiores correspondentes bancários desse produto de crédito consignado bancário do Brasil”, afirma Fabian Valverde, sócio e cofundador da Paketá Crédito.

Fabian, as mudanças das fintechs no mercado financeiro vieram para ficar. Quais serão as mais sentidas e que ainda não estão tão claras para o grande público?

Acredito que as mudanças das fintechs vieram para ficar. Acredito que foi algo que não foi completamente entendido pelo grande público e que é possível sim que empresas super especializadas prestem um serviço financeiro com bastante qualidade e à frente de outras empresas com múltiplos produtos. Para usar um exemplo do cotidiano, quando nós queremos comer uma comida japonesa nós vamos ao restaurante japonês e não num marketplace de comida, para ver se tem algo ali que é comida japonesa. Com as fintechs é a mesma coisa. No mercado estávamos acostumados a buscar todo e qualquer tipo de solução de bancos: quero cartão de crédito vou ao banco, quero crédito imobiliário vou ao banco, quero crédito consignado vou ao banco…

As pessoas vão perceber que os serviços são melhores prestados por empresas que são especializadas. Se eu quiser um crédito consignado, naturalmente vou procurar a Paketá, pois, ela é a melhor empresa que faz esse tipo de coisa. Se eu quiser um crédito imobiliário vou procurar outra empresa que só faz isso. Penso que essa seja a maior mudança que vai acontecer num curto espaço de tempo e como resultado, os produtos e serviços que os clientes terão vão melhorar consideravelmente também. Ainda nesse ponto, creio bastante nas sinergias entre diferentes tipos de produtos e que muitas vezes não teria um link direto. Por exemplo: se queremos viajar, tipicamente ou você compra viagens à vista, ou você parcela no cartão de crédito. Acredito que as fintechs vão permitir mais do que isso. Se quero viajar, porque não pagar em 60 vezes descontando diretamente da minha folha de pagamento e como consequência pagar menos por isso? Então, julgo que essas mudanças são significativas e que em breve vai ficar claro para todo mundo.

Acredita que as fintechs têm um caráter revolucionário?

Sim, as fintechs têm um caráter revolucionário, porque elas mudam o Status quo. Quando você enxerga algumas fintechs de crédito, por exemplo, elas estão de fato combatendo o grande spread que existem nesses produtos quando observamos as instituições tradicionais. Se você ver tipicamente uma pessoa pagando no cartão de crédito uma taxa de juros de 7% ao mês, e vem uma empresa com juros mais baixos, isso por si só tem uma capacidade de mudança bastante grande e essa mudança não é uma mudança isolada naquele indivíduo que deixou de pagar 7% para pagar 2%. Ela é uma mudança que tende a ser estrutural, pois, se você tem acesso a crédito e esse crédito tem uma taxa mais baixa, como consequência você está pagando menos juros. Isso significa que você tem mais dinheiro disponível para de fato consumir e utilizar naquilo que é mais adequado para você, ao invés de você investir na sua casa, numa formação ou até mesmo consumir itens rotineiros. Num exemplo simples como essa diminuição e tendência de menor taxa dada a competição e dado a uma maior disponibilidade de produtos e serviços, suponho que o bem maior acaba sendo um cenário mais amplo para a própria economia.

Nos últimos 12 meses, surgiram mais de 270 fintechs em nosso país. Esse mercado irá se expandir mais ou em breve deverá chegar em um teto?

Acredito que o mercado de fintechs ainda vai se expandir muito. Temos muito potencial em aberto, apesar de ter surgido mais de 270 fintechs, ainda vejo muitos nichos que não são completamente explorados. A tendência é que em alguns cenários vai existir consolidação, sendo que algumas empresas vão comprar outras, principalmente naquilo que já está mais maduro. Quando falamos de bancos digitais, temos muitos bancos digitais e começamos a ter um processo de consolidação, mas quando falamos de fintechs têm muito mercado. Teremos fintechs que começarão como healthtechs; teremos fintechs que terão uma pegada de proptech… por isso acredito que a tendência é de expansão e que esse mercado só está começando aqui no país se compararmos com mercados mais maduros como os Estados Unidos e até mesmo com alguns países da Europa. Vemos que essa onda está só no começo. Teremos bastante expansão ainda e não acredito que teremos um teto num curto espaço.

Qual o poder da inovação nesse setor?

O poder de inovação é muito grande. Você tem dos mais variados aí. Temos desde a habilidade de tomar um crédito 100% digital, sem necessariamente precisar se deslocar para algum lugar, sem precisar assinar papelada ou até mesmo passar por um processo que é desconfortável de falar com outras pessoas, tendo que se ausentar do seu trabalho para poder tomar esse crédito. Acredito que a capacidade de inovação está diretamente relacionada a aplicação de tecnologia. Hoje as informações estão disponíveis, sendo possível você perguntar as informações para o tomador. É possível fazer uma checagem de identidade através da câmera do celular e isso vai salvar o tempo como um todo e tempo salvo na grande maioria das vezes pode gerar tempo produtivo. Tempo que está fazendo a economia girar. Fazendo um paralelo, é o mesmo cenário desse contexto de trabalho remoto. Se você está se deslocando menos, a tendência é que você se dedique mais naquilo que você está fazendo e o resultado indireto disso é impulsionar a economia na totalidade. Outros pontos de inovação estão relacionados com a interconexão entre os diferentes setores. A partir do momento que você tem uma fintech que pode financiar uma empresa ou financiar um indivíduo, esse indivíduo vai consumir em outros segmentos e essa fintech de uma maneira ou de outra está impulsionando o mercado consumidor nesses outros segmentos também.

Como a ideia da Paketá se tornou real?

A ideia da Paketá se tornou real a partir de dois grupos. O primeiro grupo é liderado pelo meu sócio Rafael. O Rafa foi por mais de 10 anos um dos maiores correspondentes bancários desse produto de crédito consignado bancário do Brasil. Ele originava para grandes bancos e ali ele entendeu todas as dores. Ele entendeu todo relacionamento do RH. Entendeu como o RH enxerga esse produto, quais são as facilidades que devem ser apresentadas para o RH, bem como todos os desafios dessas instituições financeiras para as quais ele gerava clientes e que poderiam ser tratados de uma maneira diferente. Enquanto isso, o segundo grupo do qual eu faço parte, está envolvido nos últimos 15 anos com grandes evoluções no sistema financeiro não só aqui no Brasil como na região. Nós fomos responsáveis, por exemplo, pelos primeiros projetos de mobile banking do Brasil. Lá em 2006, quando não existia iPhone, quando não existia smartphone, nós desenvolvemos o acesso ao banco via celular. Imagina o quão disruptivo foi isso naquela época!

Quando juntamos a capacidade de um grupo de entender bastante de um produto, de como se relacionar com o cliente e de outro grupo que está há mais de 15 anos desenvolvendo soluções de tecnologia altamente escaláveis, essa ideia se tornou bastante palpável e foi só fazermos um processo de investimento e criar nossa plataforma, nosso modelo de mercado para de fato crescer. É curioso que nossa primeira operação foi em agosto de 2019, e agora quase um ano depois da primeira operação, estamos com mais de 670 clientes que são empresas que assinaram contrato de convênio conosco e uma base grande de funcionários que têm o crédito consignado disponível e que podem tomar esse crédito em menos de 3 minutos. Indiretamente a Paketá se torna real a partir de dois grupos super experimentados que estão na sua segunda ou terceira jornada como empreendedores e que conhecem do mercado e dos desafios desse produto.

Qual o grande diferencial da sua empresa?

O diferencial da Paketá está direcionado na forma que nós se posicionamos. Gostamos de descrever a Paketá como uma empresa de tecnologia que empresta para funcionários CLTs. A partir do momento que temos a tecnologia como o nosso core, fazemos tudo baseado em dados. Coletamos dados de maneira intensiva, então, conhecemos profundamente o funcionário e a forma como ele se relaciona com o dinheiro, de tal maneira que no momento que emprestamos para ele, esse empréstimo é um crédito contextualizado. Eu sei se determinado funcionário está devendo ou não; se ele vai utilizar aquele dinheiro para pagar uma dívida mais cara ou se ele eventualmente não está devendo e vai utilizar dinheiro para antecipar um sonho ou um desejo, ou ainda se ele vai utilizar esse dinheiro para investir em capacitação profissional. Baseado no uso de tecnologia, temos uma jornada de educação financeira 100% digital onde entendemos (e o RH é super favorável a isso), qual é o relacionamento que os funcionários têm com o seu dinheiro e como que podemos ajudá-los a utilizar o dinheiro de uma forma mais assertiva.

Em alguns lugares descobrimos que 40% dos funcionários estão endividados com cartões de crédito ou com o cheque especial, sendo assim, por que não oferecer a oportunidade deles trocarem essa dívida cara pela barata e, além disso, fornecer ferramentas e mecanismos para que ele não volte a se endividar de novo? Tudo isso num modelo 100% escalável, digital e tendo tecnologia como base. Essa mesma tecnologia nos ajuda a descobrir que existe um grande número de funcionários no interior do estado do Paraná, que não são devedores e que estão juntando 300, 400 reais por mês, por exemplo, para mandar um filho para fazer intercâmbio. Nesse ritmo eles vão mandar o filho para fazer intercâmbio daqui a três ou quatro anos. Aí nessa hipótese porque não permitir que ele possa pagar esse intercâmbio utilizando crédito consignado como pagamento, descontando a parcela da sua folha de pagamento e permitir que ele possa mandar os filhos para fazer intercâmbio nas próximas férias escolares e não daqui a três ou quatro anos? O diferencial da Paketá acaba sendo essas inciativas que só são possíveis porque nós somos uma empresa de tecnologia e que conseguimos fazer esse tipo de negócio, utilizando essa tecnologia com esse tipo de cenário e não num modelo um a um com grande alocação de pessoas.

E quais são os principais pilares?

Os principais pilares da Paketá são a tecnologia por si só, conceitualmente o crédito contextualizado, a ideia da utilização de dados e garantir que conhecemos o nosso cliente, com um respeito muito grande a todos os interlocutores. Garantimos para os funcionários que o processo será muito simples, que vai ser rápido e que nós vamos conseguir disponibilizar o dinheiro para ele em até 24 horas após a solicitação do crédito. Do lado do RH garantimos que nós não vamos trazer mais burocracia para ele, que o processo de dar o benefício do crédito consignado é um processo leve que ele consegue realizar as aprovações de maneira super simples. Por outro lado, temos o respeito ao interlocutor do mercado de capitais. Aquele que proveu o dinheiro que é emprestado para esses funcionários. Eu diria que os três pilares são o funcionário, o RH/empresa e o mercado de capitais (e eles são bastante respeitados). Isso acaba desenhando um modelo onde todos ganham e como consequência direta temos uma penetração muito grande do nosso produto no mercado. Vale ressaltar também que a questão da educação financeira é a ideia de realizações de sonhos… de realizações de investimentos que possam melhorar a vida desse funcionário e de sua família num médio e longo prazo. Então, porque não permitir que um funcionário pague um curso de programação para ele ou para alguém da sua família utilizando o crédito consignado como meio de pagamento? Fazemos isso de uma maneira firme e constante, tendo essa visão de não só emprestar o dinheiro, não sendo só o crédito pelo crédito, mas tendo um crédito contextualizado.

Os empréstimos são liberados em até 24 horas. Quais os critérios para que essa liberação seja mais rápida que o usual?

O crédito é liberado em até 24 horas, porque tipicamente o nosso risco é 95% da empresa e 5% do funcionário, isso porque o crédito consignado é pago através de desconto da folha de pagamento. Enquanto esse funcionário permanecer empregado, quem realiza o pagamento para a Paketá é a empresa, ou seja, a empresa desconta a parcela da folha de pagamento do funcionário (do salário mensal dele) e realiza o pagamento direto para a Paketá. E como o processo da empresa é sempre pregresso ao processo de tomada de crédito do funcionário, sempre tenho essa aprovação maior. O que resta então é algumas checagens como: se de fato o funcionário trabalha naquela empresa, qual o tempo de casa que ele tem, uma checagem de documentação… mais isso acaba sendo muito rápido porque o nosso processo é bastante automatizado. Essencialmente a liberação do crédito em 24 horas está diretamente relacionada pelo nosso modelo ser um modelo B2B e B2C, ou seja, primeiro estabeleço um convênio com a empresa para depois permitir que os funcionários CLTs da empresa possam tomar crédito com a Paketá.

As PMEs estão tendo um bom relacionamento com a Paketá?

Sim, felizmente as PMEs têm um bom relacionamento com a Paketá. Curioso isso porque a nossa missão é democratizar o crédito consignado. Nós temos uma visão aqui, que a pessoa toma empréstimo no meio que está mais disponível. Se você trabalha numa empresa e a tua empresa não fornece o crédito consignado no momento que você tem uma necessidade financeira, você vai recorrer nos meios que estão disponíveis para você. Então você vai tomar no cartão de credito, vai tomar no limite do cheque especial… e em última instância se você não tem acesso a esses produtos financeiros você vai tomar no mercado com agiotas, etc. Então, nossa visão sempre foi uma visão de democratizar o acesso ao crédito. Democratizar o acesso ao crédito significa que gostaríamos de ter nossos clientes, não só grandes empresas do setor (multinacionais), empresas que tem entre 15 e 20 mil funcionários, como também aquela empresa menor (empresas super pequenas).

Só para você ter uma ideia, nosso menor cliente tem 5 funcionários e nosso maior cliente tem 25 mil funcionários. É curioso que quando trabalhamos com empresas com menos de 100 funcionários, essa empresa é tipicamente desassistida, porque o grande banco não tem interesse em prover o produto de crédito consignado privado para essas empresas, já que é muito trabalhoso e o banco prefere focar nas empresas grandes. Consequência direta disso, é que para a Paketá isso é indiferente. Conseguimos trabalhar com empresas bem pequenas e até com empresas gigantes, uma vez que nossa plataforma é 100% digital e automatizada. Nosso relacionamento com os PMEs têm sido bem interessante e com grau de atratividade bem grande também.

Como a Inteligência Artificial tem auxiliado a Paketá em sua operação?

Diria que muito mais do que só a Inteligência Artificial, diria ser o uso intensivo de dados. Apesar de ter falado isso algumas vezes em outras respostas, acredito que vale a pena conversar sobre isso também. Basicamente a ideia é conhecer o comportamento do cliente. Esse comportamento do cliente vai nos dando dicas o que chamamos de “eventos”. Esses eventos vão para uma máquina de decisão e essa máquina de decisão nos ajuda a tomar ações. Trazendo o exemplo do intercâmbio, descobrimos por meio de capturas de dados e através de uso de Machine Learning/Deep Learning, que existe um grande número de funcionários que não estão endividados em determinadas empresas do interior do estado do Paraná. Mas se eles não estão endividados, como eu deveria perguntar isso para eles? O que eles estão fazendo com o dinheiro? Será que eles estão juntando o dinheiro para algo? E é aí que entra a abordagem da Inteligência Artificial. Eu pergunto isso para esse funcionário de uma maneira que não seja incisiva e de uma maneira que faça sentido para ele. Então, se sei que ele não está devendo, eu deveria perguntar: “Poxa! Você está investindo em algo?”; e se ele responder que sim de uma maneira automática eu respondo: “Você está investindo em quê? Você está guardando dinheiro para quê?”.

Então, a Inteligência Artificial ajuda nessa árvore de decisões para que eu faça as perguntas de uma maneira contextualizada e que essas perguntas façam sentido para o ambiente e para aquele indivíduo de maneira isolada, para que eu possa garantir que a próxima pergunta que vou fazer para ele seja uma pergunta mais assertiva… e também para que eu possa medir o grau de risco que eu tenho de emprestar ou não para esse funcionário. Consequência direta disso é descobrir se eu posso oferecer para ele uma taxa ainda mais baixa que a taxa que tipicamente trabalhamos. A Inteligência Artificial ajuda em relação a isso. Quanto mais variáveis eu tenho no nosso modelo de predição, mais assertivo eu sou na acuracidade desse crédito. Como consequência direta eu diminuo a inadimplência da Paketá, sendo consequência de uma menor inadimplência a possibilidade de trabalhar com taxas menores. Tudo isso parece muito distante, mas para citar exemplos reais, enquanto a inadimplência média do setor do crédito consignado dos nossos concorrentes é de 4% o da Paketá é de 0.5%. Tudo isso só é possível pelo uso intensivo de tecnologia e pelo uso intensivo de dados com pitadas de Inteligência Artificial.

O que a parceria feita com AXA trará e fará pelo negócio em um médio/longo prazo?

A parceria feita com a AXA tem bastante relevância para a Paketá. Tipicamente os nossos empréstimos podem ser pagos em até 60 meses. Quando enxergamos que você está tomando crédito, que é um crédito super relevante para você (por vários motivos), mas que você vai pagar esse crédito em até 60 meses, existe uma percepção de receio: “Poxa! Vou ficar com isso aqui para pagar por quatro ou cinco anos. E se acontecer algum problema no meio do caminho?”. Daí os problemas podem ser dos mais variados: se eventualmente eu vier a falecer, minha dívida fica com minha família ou não? Se eu ficar afastado como fica? Eu tenho que pagar ou não? E aí esse seguro que nós desenvolvemos com a AXA (que é algo revolucionário para esse mercado), traz essa ideia de tudo bem, se acontecer algum imprevisto vai ser facilmente resolvido.

O nosso seguro cobre até 50 mil reais, no caso de morte ou invalidez. Além disso, se o funcionário for desligado por algum motivo da companhia, o seguro cobre até três parcelas do empréstimo dele, que nas nossas análises é tempo suficiente para que o funcionário possa se reempregar na grande maioria das vezes, seguindo com o fluxo de pagamento normal. Isso é bastante interessante, pois, cria um viés muito positivo com as empresas, mostrando que a Paketá tem uma preocupação real com o funcionário e que queremos que esse funcionário tenha capacidade de pagamento, sendo que qualquer intercorrência que ele eventualmente possa ter, não seja prejudicado por isso. Isso acaba incentivando os nossos clientes a quitar as suas dívidas. Temos um grande número de funcionários que estão devendo e que estão com o nome negativado, que enxergam na Paketá a possibilidade de voltar a ter acesso a crédito, de pagar as dívidas antigas, de ter um crédito tranquilo que vai caber no bolso no dia a dia e que ele também estará protegido por algum tipo de intercorrência.

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