Monitoramento inteligente pode ajudar a mitigar falhas em grandes usinas
Não há como imaginar o futuro do planeta sem a viabilização de sistemas de fornecimento de energia limpa, capazes de contribuir com o abastecimento da demanda populacional. Neste contexto, fontes de energia solar, eólica e biomassa (cana-de-açúcar) são alvo de empresas com foco em investimentos sustentáveis – tanto para os negócios como para o meio ambiente.
A exemplo disso, a Avantia, empresa de integração e desenvolvimento de novas tecnologias para segurança eletrônica no Brasil, destaca a importância de fomentar aplicações de monitoramento inteligente para usinas de geração de energia limpa, a fim de mitigar falhas, melhorar a eficiência, reduzir os custos e impacto ambiental e, ainda, propiciar menor necessidade de intervenções humanas nos sistemas.
Segundo Alexandre Chaves, Gestor de Novos Negócios e Estratégias da Avantia, tecnologias de monitoramento inteligente favorecem a rápida tomada de decisões, trazendo resultados mais efetivos para as usinas, agilidade e redução de custos às operações.
“As usinas de energia limpa que ficam em áreas rurais enfrentam desafios únicos em relação à segurança e eficiência de suas operações. As condições climáticas extremas e as dificuldades de acesso podem tornar o monitoramento e a prevenção de acidentes uma tarefa difícil. Sistemas que abarcam inteligência artificial e operam com uma gestão inteligente, por exemplo, podem ajudar a superar estes desafios e mitigar os prejuízos, alertando as centrais em tempo real”, afirma o executivo.
Brasil está entre os mais atrativos do mundo para investimentos no setor
A 59ª edição do Índice de Atratividade de Países em Energia Renovável (RECAI) – divulgado pela consultoria EY, em 2022, coloca o Brasil entre um dos mercados promissores para investimentos em energia limpa. O país ocupa a 13ª posição no ranking, liderado pelos Estados Unidos, China e Reino Unido.
Segundo o anúncio feito pelo governo federal, o país receberá o aporte de R$ 50 bilhões em energia renovável até o final deste ano, o que pode elevar ainda mais a classificação do Brasil.
O avanço do setor impulsiona também o desenvolvimento de tecnologias específicas que garantem o melhor funcionamento e a proteção de grandes usinas de energia.
Aplicações de segurança eletrônica
O mercado de segurança eletrônica conta com uma ampla gama de soluções, incluindo o videomonitoramento inteligente, que é uma tecnologia fundamental para suportar a área. Com a utilização de câmeras de segurança e câmeras térmicas, é possível monitorar continuamente o risco de superaquecimento de componentes e prevenir acidentes e cortes de fornecimento de energia. Além disso, é possível integrar tecnologias de inteligência artificial, que são capazes de analisar as imagens capturadas e identificar possíveis riscos antes que se tornem problemas maiores.
Outro destaque para cobertura de usinas de energia renovável é a atuação de drones, que monitoram áreas remotas e de difícil acesso. Os drones são equipados com câmeras de alta resolução e sensores que permitem a coleta de dados em tempo real, auxiliando na identificação de áreas de risco e prevenção de acidentes.
“Com as configurações tecnológicas adequadas é possível identificar incidentes nos perímetros, movimentações indevidas de pessoas ou veículos e sons incomuns, podendo enviar drones para analisar a situação e auxiliar no controle dos riscos ou em intervenções que se fizerem necessárias, por exemplo”, finaliza o diretor da Avantia.
Com a utilização de videomonitoramento inteligente, drones e tecnologias de inteligência artificial desenvolvidas por sua unidade digital independente WeSafer, as usinas podem monitorar continuamente seus processos, prevenir acidentes e garantir a segurança de seus trabalhadores e instalações.
Última atualização da matéria foi há 3 anos
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