Do lado de lá com Le Corbusier
Le Corbusier (1887–1965), nascido Charles-Édouard Jeanneret-Gris em La Chaux-de-Fonds, Suíça, foi arquiteto, urbanista, designer e teórico, figura central do modernismo. Propôs uma nova maneira de pensar as cidades e os espaços, defendendo luz, ar e ordem geométrica. Criador do “Modulor” e de projetos emblemáticos como a Villa Savoye, a Capela de Ronchamp e a Unité d’Habitation, sua obra influenciou gerações. Ícone controverso, foi tão celebrado quanto criticado pela frieza e pela escala monumental de suas ideias. Morreu em 27 de agosto de 1965, deixando um legado que mistura utopia, racionalidade e poesia espacial.
12 frases marcantes de Le Corbusier:
“Arquitetura é o jogo sábio, correto e magnífico dos volumes sob a luz.”
“Uma casa é uma máquina de morar.”
“Planejar não é desenhar ruas; é desenhar vidas.”
“A simplicidade é a máxima sofisticação do espaço.”
“A cidade moderna deve nascer do espírito moderno.”
“A beleza não é ornamento: é proporção.”

“Menos paredes, mais horizontes.”
“As cidades são o retrato das nossas escolhas coletivas.”
“Construir é ordenar. Habitar é sonhar.”
“O espaço deve emocionar antes de impressionar.”
“O arquiteto é um poeta que pensa em metros cúbicos.”
“A natureza é o primeiro mestre de proporções.”
Mensagem do Além
Do lado de lá com John Ford
dezembro 4, 2025Do lado de lá com Michelangelo
novembro 17, 2025Do lado de lá com Marilyn Monroe
novembro 14, 2025Do lado de lá com Jackson Pollock
novembro 12, 2025Do lado de lá com Villa-Lobos
novembro 7, 2025Do lado de lá com Truman Capote
novembro 3, 2025Do lado de lá com Édith Piaf
outubro 31, 2025Do lado de lá com Basquiat
outubro 29, 2025Do lado de lá com Louise Bourgeois
outubro 27, 2025Do lado de lá com Norman Mailer
outubro 24, 2025Do lado de lá com Frank Sinatra
outubro 22, 2025Do lado de lá com Elis Regina
outubro 20, 2025Frederic Chaz assina a seção Vozes do Tempo e realiza conversações inusitadas no Panorama Mercantil. Estudioso do processo metafísico e mediúnico, ele conduz o leitor por trilhas sensoriais entre o visível e o invisível, investigando as frestas do tempo e da consciência. Seus textos ressoam como ecos de outras dimensões — ora sussurrando mistérios, ora lançando luz sobre o enigma humano. Em um portal dedicado à profundidade e à densidade informativa, sua escrita atua como um sismógrafo do espírito, captando vibrações sutis que escapam aos olhos apressados.




Facebook Comments