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A vida do ambicioso Jean-Marie Messier

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Jean-Marie Messier é um empresário francês, nascido em Grenoble, em 13 de dezembro de 1956. Ele é mais conhecido por seu papel como CEO da Vivendi, uma empresa de mídia e entretenimento, durante a década de 1990 e início dos anos 2000.

Messier estudou engenharia na École Polytechnique e depois se formou em finanças na École Nationale d’Administration, em Paris. Em 1986, ele ingressou no banco francês Lazard Frères, onde se tornou um dos mais jovens sócios em 1991. Em 1994, Messier foi nomeado presidente e CEO da Générale des Eaux, uma empresa francesa de serviços públicos e propriedade da família Rothschild.

Durante seu mandato na Générale des Eaux, Messier se concentrou em expandir a empresa além dos serviços públicos, adquirindo a SGE, uma empresa de construção, e a Compagnie Générale d’Entreprises Automobiles, um grupo de distribuição de automóveis. Ele também expandiu a presença internacional da empresa, adquirindo participações em empresas na Europa, Ásia e América Latina. Em 1998, Messier mudou o nome da empresa para Vivendi, para refletir sua nova estratégia de negócios como uma empresa de mídia e entretenimento.

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Sob o comando de Messier, a Vivendi fez uma série de aquisições notáveis, incluindo a compra da Universal Studios em 2000 e a aquisição da maior parte da propriedade de Jean-Marie Messier Universal Music Group em 2001. A Vivendi também expandiu suas operações para a internet e a televisão a cabo, adquirindo a MP3.com e a Canal+.

No entanto, a estratégia agressiva de aquisições de Messier levou a Vivendi a enfrentar problemas financeiros significativos. A empresa acumulou uma dívida enorme e começou a vender ativos para tentar se recuperar. Messier também foi criticado por seu estilo de liderança autoritário e por suas políticas de remuneração generosas.

Em julho de 2002, Messier foi forçado a renunciar ao cargo de CEO da Vivendi, após uma queda acentuada no preço das ações da empresa e um escândalo financeiro que abalou a confiança dos investidores. Ele foi sucedido por Jean-René Fourtou.

Depois de deixar a Vivendi, Messier passou a atuar como consultor e investidor em várias empresas de tecnologia e mídia, incluindo a Liberty Media e a T-Mobile. Em 2010, ele fundou a Messier Maris & Associés, uma empresa de consultoria financeira com sede em Paris.

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Apesar de sua controvérsia passada, Messier foi elogiado por suas habilidades de liderança e visão empresarial. Ele foi um dos primeiros executivos franceses a abraçar a globalização e a promover a internacionalização das empresas francesas. Sua estratégia de aquisições também foi vista como uma antecipação da tendência atual de empresas de mídia e entretenimento que buscam integrar conteúdo, distribuição e tecnologia em suas operações.

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Em 2004, Messier foi condecorado com a Legião de Honra, uma das mais altas distinções da França, por seus serviços à economia francesa. Ele também é membro do Conselho Consultivo de Negócios Estrangeiros da China e recebeu a Ordem de Amizade do governo chinês em 2015, em reconhecimento a seus esforços para promover a cooperação sino-francesa em negócios e comércio.

Embora tenha deixado a Vivendi sob circunstâncias controversas, Messier ainda é considerado uma figura importante na história empresarial da França e um pioneiro na internacionalização das empresas francesas. Sua visão e estratégia empresarial deixaram um legado duradouro na indústria de mídia e entretenimento, e ele continua a ser um influenciador e consultor procurado por empresas em todo o mundo.

Última atualização da matéria foi há 8 meses


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