Há artistas que se retiram do palco; outros simplesmente desaparecem. David Bowie fez algo mais raro: escreveu a própria saída como uma obra final, meticulosamente encenada. “Lazarus”, l[...]
Há livros que não apenas contam histórias, mas disputam narrativas. Publicado em 1997, O Livro Negro do Comunismo se insere justamente nessa categoria: mais do que um levantamento históri[...]
Há algo de quase mítico quando se fala em O Pasquim. Não era apenas um jornal: era trincheira, palco, botequim e confessionário de uma geração que ria para não ser esmagada. Criado em plena dit[...]
“Kazan trocou a alma por uma piscina”, disparou Orson Welles com a elegância ferina de quem sabia que, em Hollywood, o talento raramente anda desacompanhado de concessões — e, às vezes, de ca[...]