Do lado de lá com Bach
Johann Sebastian Bach (1685–1750), nascido em Eisenach, Alemanha, foi um compositor, cravista, organista e maestro formidável do período barroco. Mestre do contraponto e da forma, deixou obras que são pilares da música ocidental — do “Clavier bem temperado” às Paixões, do Concerto de Brandenburgo à Missa em si menor. Sua música uniu técnica, oração e humanidade. Morreu em 28 de julho de 1750, mas deixou um legado imenso: partituras que continuam a ensinar, emocionar e esclarecer músicos e ouvintes. Como Capa tinha a máxima da “proximidade”, Bach deixou uma ética própria: a música como serviço — ao ofício, aos ouvintes e, acima de tudo, a Deus (Soli Deo Gloria).
12 frases marcantes de Bach:
“A finalidade da música é a glória de Deus e o consolo da alma.”
“Tocar bem é ser fiel ao que a partitura pede e ao que o coração exige.”
“A prática transforma o talento em obra sólida.”
“O contraponto revela segredos que as palavras não dizem.”
“Escrevo para servir: à devoção, à forma e ao homem que escuta.”
“A música não é beleza vazia; é arquitetura para a alma.”

“Não despreze o ensaio — nele se faz a oração do intérprete.”
“Uma peça bem escrita resiste ao tempo e ressoa em gerações.”
“Onde houver música sincera, Deus não estará ausente.”
“A técnica é a mão que serve a inspiração.”
“Leia as pausas com tanta atenção quanto às notas.”
“A música é um diálogo: quem ouve também responde.”
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outubro 20, 2025Frederic Chaz assina a seção Vozes do Tempo e realiza conversações inusitadas no Panorama Mercantil. Estudioso do processo metafísico e mediúnico, ele conduz o leitor por trilhas sensoriais entre o visível e o invisível, investigando as frestas do tempo e da consciência. Seus textos ressoam como ecos de outras dimensões — ora sussurrando mistérios, ora lançando luz sobre o enigma humano. Em um portal dedicado à profundidade e à densidade informativa, sua escrita atua como um sismógrafo do espírito, captando vibrações sutis que escapam aos olhos apressados.




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