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Rough Diamonds: NFTs e gamificação no esporte

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Cristiano Ronaldo tem aproximadamente 530 milhões de seguidores no Instagram, número superior ao dos clubes que defendeu somados. Embora a quantidade possa parecer surpreendente, as causas são bastante simples: em um mundo dominado pelo culto à personalidade nas redes sociais, é natural que um ídolo com super exposição gere mais empatia do que uma página oficial de clube. Por mais paixão que o torcedor tenha pelas instituições , tais perfis têm dificuldade para gerar identificação e prover a relação pessoal que os fãs têm com seus ídolos.

Pensando nessa tendência, a Rough Diamonds, empresa que tem como objetivo revolucionar a ideia de colecionar itens relacionados no esporte, está reimaginando a relação entre fã e seus ídolos, criando uma plataforma que une colecionáveis digitais utilizando NFTs, gamificação e colecionáveis físicos oficiais, seriados e numerados, certificados na Blockchain, que vão comemorar cada etapa da carreira do jogador.

A ideia é simples: você compra o NFT do jogador e, de acordo com o progresso dele na carreira, é possível acumular pontos, que podem ser trocados por experiências e colecionáveis físicos e digitais. Parte da estratégia de conteúdo contará com a colaboração de Antonio Tabet, fundador do canal Porta dos Fundos, que abre a possibilidade até de uma cobertura bem humorada ou com linguagem de reality show, o que criaria uma competição saudável entre atletas.

“Há um leque enorme. Um horizonte quase infinito de recursos que podem estreitar a relação entre fãs e ídolos. Como a comunicação se move em ciclos curtos e rápidos, muitas bolas estão quicando e ninguém chuta. Às vezes, literalmente.”, ri Tabet, sugerindo que bolas de partidas acabam nas prateleiras de quem adquirir determinadas NFTs.

No Brasil, esse fenômeno é acentuado pelo crescente êxodo de jogadores brasileiros indo cada vez mais cedo para a Europa, aliada a ampla oferta de jogos internacionais nas diversas plataformas de streaming É o caso de Endrick, jovem promessa brasileira que já foi vendida ao Real Madrid e só jogará no Brasil até completar 18 anos.

“Imagine que o Endrick seja indicado, e com certeza será, à Bola de Ouro em alguns anos. Nesse momento, desbloqueamos uma série de colecionáveis físicos para celebrar o momento. Esses colecionáveis estão vinculados a um vídeo na Blockchain no qual o próprio jogador certifica o colecionável e agradece aos fãs. Os detentores de seu NFT ganham vários pontos e, caso tenha pontos suficientes podem trocar por colecionáveis numerados (réplica da bola de ouro autografada, por exemplo) ou experiências como ir a cerimônia da bola de ouro e ter um meet & greet com o próprio atleta”, afirma Newton Fleury Filho, criador do Cartola FC e consultor na parte de gamificação da Rough Diamonds.

Os torcedores poderão acompanhar a evolução dos jogadores nos diversos desafios lançados através das redes sociais da RD e dos próprios atletas. Na comunidade da Rough Diamonds no Discord, por exemplo, os membros podem interagir com os jogadores e outros fãs, participar de jogos como bolão e receber pontos adicionais por sua performance e engajamento.

Sobre a Rough Diamonds:

Com o objetivo de revolucionar a ideia de colecionar itens relacionados no esporte, a Rough Diamonds, criada por Bruno Pessoa, Ariel Alexandre, André Costa e Rafael Dante, surgiu ao selecionar diversos jogadores, com scouts profissionais, que devem estar na Seleção Brasileira na Copa do Mundo FIFA em 2030, a empresa produziu uma série exclusiva de NFTs com cada um desses atletas e agora oferece uma experiência única aos colecionadores.

*Com participação do jornalista Cassio Valler.

Última atualização da matéria foi há 7 meses


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