Do lado de lá com Groucho Marx
Groucho Marx (1890–1977), nascido Julius Henry Marx em Nova York, foi um dos maiores comediantes do século XX e um dos cérebros mais afiados do cinema e da cultura popular. Ícone dos Irmãos Marx, destacou-se por seu humor ácido, sarcástico e inteligente, marcado por sobrancelhas grossas pintadas, charuto inseparável e frases que atravessaram décadas. Sua carreira brilhou no vaudeville, no cinema e na televisão, transformando-o em um mestre da ironia e do nonsense. Obras como Duck Soup (Sopa de Ganso) e A Night at the Opera (Uma Noite na Ópera) consolidaram seu lugar entre os gigantes da comédia. Groucho morreu em 19 de agosto de 1977, mas seu legado segue intacto: rir da vida e desmontar suas hipocrisias com um olhar ferino e um sorriso debochado.
12 frases marcantes de Groucho Marx:
“Eu nunca esqueço um rosto, mas no seu caso ficarei feliz em abrir uma exceção.”
“A política é a arte de procurar problemas, encontrá-los em todo lugar, diagnosticá-los incorretamente e aplicar os remédios errados.”
“Esses são meus princípios. Se você não gosta deles… bem, eu tenho outros.”
“Nunca pertença a um clube que aceite alguém como você como sócio.”
“Acho a televisão muito educativa. Toda vez que alguém liga, eu vou para outro cômodo ler um livro.”
“Não estou certo de como envelhecer com dignidade, mas sei como envelhecer rindo.”

“Amo tanto minha esposa que ficaria casado com ela em qualquer vida… se eu não tivesse aprendido nesta.”
“O segredo da vida é a honestidade e o jogo limpo… se você conseguir fingir isso, já venceu.”
“Nunca responda a uma carta anônima… a menos que você queira perder tempo em dobro.”
“O matrimônio é a principal causa do divórcio.”
“Eu pretendo viver para sempre, ou morrer tentando.”
“Rir de si mesmo é a única terapia gratuita que realmente funciona.”
Mensagem do Além
Frederic Chaz assina a seção Vozes do Tempo e realiza conversações inusitadas no Panorama Mercantil. Estudioso do processo metafísico e mediúnico, ele conduz o leitor por trilhas sensoriais entre o visível e o invisível, investigando as frestas do tempo e da consciência. Seus textos ressoam como ecos de outras dimensões — ora sussurrando mistérios, ora lançando luz sobre o enigma humano. Em um portal dedicado à profundidade e à densidade informativa, sua escrita atua como um sismógrafo do espírito, captando vibrações sutis que escapam aos olhos apressados.
Obs: opiniões enviadas com equilíbrio poderão aparecer no chamado Termômetro do Leitor



