Do lado de lá com Zsa Zsa Gabor
Zsa Zsa Gabor (1917–2016), nascida em Budapeste, Hungria, foi atriz, socialite e personalidade midiática, reconhecida por seu charme, humor afiado e estilo extravagante. Chegou a Hollywood na década de 1950, estrelando filmes como “Moulin Rouge” (1952) e “Lili” (1953), além de inúmeras participações em programas de TV. Tornou-se símbolo de glamour e ostentação, famosa por suas entrevistas espirituosas e casamentos (nove ao todo, com um destaque especial para o playboy dominicano Porfirio Rubirosa que não foi o seu marido oficial, mas o seu mais célebre amante). Mais do que uma atriz, foi precursora da “celebridade moderna”, misturando vida pública e performance. Morreu em 18 de dezembro de 2016, em Los Angeles, deixando um legado de irreverência e sofisticação.
12 frases marcantes de Zsa Zsa Gabor:
“Sou uma ótima dona de casa: cada vez que me divorcio, fico com a casa.”
“O glamour é uma armadura contra o tédio.”
“Amar a si mesma não é egoísmo, é sobrevivência.”
“A vida é muito curta para usar joias pequenas.”
“Nunca pergunte a uma mulher a idade dela nem a um homem o salário dele.”
“Casamento é o ato mais elegante de fé no futuro.”

“Seja sua própria obra de arte.”
“A vaidade bem-humorada é um tipo de sabedoria.”
“O dinheiro não compra felicidade, mas paga pelo vestido certo.”
“Um sorriso elegante desarma qualquer crítica.”
“Não é luxo, é personalidade.”
“Nunca peça desculpas por brilhar demais.”
Mensagem do Além
Frederic Chaz assina a seção Vozes do Tempo e realiza conversações inusitadas no Panorama Mercantil. Estudioso do processo metafísico e mediúnico, ele conduz o leitor por trilhas sensoriais entre o visível e o invisível, investigando as frestas do tempo e da consciência. Seus textos ressoam como ecos de outras dimensões — ora sussurrando mistérios, ora lançando luz sobre o enigma humano. Em um portal dedicado à profundidade e à densidade informativa, sua escrita atua como um sismógrafo do espírito, captando vibrações sutis que escapam aos olhos apressados.



