Eduardo Jacob fala sobre a efetiva martech Minu

Eduardo Jacob

A Minu é a martech pioneira no marketing de recompensa do Brasil. Ao permitir que marcas entreguem recompensas instantâneas de forma democrática, simples e ágil, com apoio consultivo ou 100% automatizado, a empresa se tornou pilar indispensável para negócios que querem se relacionar, engajar e fidelizar seus clientes de formas mais assertivas. Com um ecossistema completo que atende diversos objetivos de marketing, a Minu oferece uma nuvem de recompensas com centenas de parceiros e mais de 600 ofertas, liderando o mercado nacional e somando, em 2021, mais de R$1 bilhão em recompensas entregues. “O marketing de recompensas funciona no sentido de você poder associar o reconhecimento a alguma atividade que o consumidor e a marca combinam fazer. Exemplo: se você escutar um podcast, assistir um anúncio, comentar ou consumir você será recompensado pela sua ação. Dentro de todo o ciclo de vida do consumidor você tem várias fases e o que a Minu propõe é: e se reconhecermos as interações entre o consumidor e a marca? O marketing de recompensa é uma estratégia importante para gerar valor e estreitar a relação entre as pessoas e as marcas, reconhecendo, então, as pessoas por esse relacionamento. Conseguimos promover experiências personalizadas, engajamento com a marca, aumento do ticket médio e a fidelização de clientes”, afirma o CEO do Minu, Eduardo Jacob.

Eduardo, poderia nos explicar (de uma forma didática) como funciona o chamado marketing de recompensa?

O marketing de recompensas funciona no sentido de você poder associar o reconhecimento a alguma atividade que o consumidor e a marca combinam fazer. Exemplo: se você escutar um podcast, assistir um anúncio, comentar ou consumir você será recompensado pela sua ação. Dentro de todo o ciclo de vida do consumidor você tem várias fases e o que a Minu propõe é: e se reconhecermos as interações entre o consumidor e a marca? O marketing de recompensa é uma estratégia importante para gerar valor e estreitar a relação entre as pessoas e as marcas, reconhecendo, então, as pessoas por esse relacionamento. Conseguimos promover experiências personalizadas, engajamento com a marca, aumento do ticket médio e a fidelização de clientes.

Em que momento essa modalidade de marketing começou a ter uma maior “vitrine” no Brasil?

Quando começamos, lá em 2007, o mercado contava com projetos que se propunham a reconhecer a fidelidade, como os programas de loyalty, que de alguma forma já passavam por um processo onde você, por exemplo, consumia no cartão de crédito, acumulava pontos, e, então, podia fazer uma troca por produtos. Então essa modalidade já vem de relações, seja com as companhias aéreas, seja das próprias bandeiras de cartão de crédito já tinham esse modelo estabelecido. O que a Minu fez, foi democratizar essa estratégia, porque quando você fala de um modelo onde você tem que fazer um consumo, que você acumula e que depois você troca por algum prêmio aspiracional, na realidade você parte do pressuposto de que ele foi direcionado para um determinado público e que era o público que no final das contas era a audiência certa naquele momento.

Como a Minu surge nesse ecossistema?

As relações mudam constantemente, e foi aí que vimos a oportunidade de poder ampliar a estratégia de marketing, trazendo micro recompensas. Acreditamos que a partir do momento que fizemos as micro recompensas, que são as recompensas instantâneas e digitais, entregues muitas vezes no próprio momento onde a ação está acontecendo e não ficar esperando para que diversos passos sejam cumpridos até que você possa ser reconhecido, tivemos o grande ponto transformacional do que trouxemos. Como exemplo, as nossas primeiras recompensas eram uma espécie de um cashback em telefonia celular. Então davamos créditos nos telefones celulares dos clientes instantaneamente e aí pode ser um crédito de R$1 ou um crédito de 250MB. Ou seja, a recompensa pode ser micro ou coisas absolutamente relevantes, de acordo com o momento do relacionamento e da capacidade daquela que é a empresa que está de alguma forma patrocinando essa relação.

O que norteia a atuação da martech nesse setor?

Acredito que, no marketing de recompensas, temos a oportunidade de construir relações fortes e duradouras. Estamos construindo um ecossistema de engajamento, e esse engajamento depende de relações legítimas entre todos aqueles que participam desse ecossistema. Tem que ser legítimo para a marca que está se propondo a fazer o reconhecimento de um consumidor. Tem que ser legítimo para o consumidor, que percebe que ele está sendo reconhecido. E tem que ser legítimo para as alianças que estão sendo utilizadas como recompensa para reconhecer os consumidores. Acreditamos nessas conexões, gerando valor. É o que dá o suporte que nos guia em tudo aquilo que estamos fazendo.

Esse seria o melhor modo para engajar e fidelizar uma marca?

Vejo o marketing de recompensas como uma boa ferramenta. Talvez pensássemos em recompensas simplesmente quando entregamos alguma coisa, mas eu gosto de trazer a recompensa para o contexto do reconhecimento. Entregamos produtos digitais, mas quando você recebe um like ou um joinha, isso é, ao mesmo tempo, um sinal de reconhecimento. Eu acredito que a Minu, nesse cenário, conseguiu endereçar a dinâmica das relações para que fossem feitas de uma forma legítima. Segundo uma pesquisa conduzida pela SmarterHQ, 90% dos consumidores entrevistados disseram estar dispostos a oferecer seus dados de comportamento desde que as empresas forneçam benefícios adicionais que facilitem a experiência de compra. O ser humano é movido por um impulso interior na busca por um objetivo, o que chamamos de entusiasmo. E o que muitas empresas ainda não conseguiram definir é a melhor forma de promover o engajamento, ou seja, entusiasmar o consumidor a se relacionar mais estreitamente com a marca.

Por onde passa a assertividade desse engajamento e dessa fidelização?

Já passaram pela Minu mais de 50 milhões de clientes únicos e cada um desses clientes únicos deixou o seu legado. E vamos registrando cada uma dessas interações em nossa base com o objetivo de conhecer cada vez mais esse consumidor. Vale ressaltar que fazemos todo esse registro respeitando todas regras da LGPD e das relações que temos com cada uma das marcas que contratam a Minu para se relacionar com seus consumidores. Fazemos isso no sentido de conseguirmos ter um conhecimento a respeito daquilo que move e motiva esse consumidor no contexto do marketing de recompensa, para que possamos ser cada vez mais assertivos nas campanhas. Então, o conhecimento sobre o consumidor, os dados e a tecnologia, utilizando Inteligência Artificial, permite a nós sermos cada vez mais assertivos nessa relação. Quando começamos, falavámos ‘’vamos ser recompensa para todos’’. E como é que você faz uma solução de massa que consegue cuidar do indivíduo? É uma conquista da Minu e que vem a partir do acúmulo e o tratamento de todos os dados que circulam dentro da nossa plataforma.

Quais os maiores obstáculos na execução dessa tática de marketing?

Primeiro, obviamente, o contexto da tecnologia é super importante. Na hora que estávamos falando de colocar essas conexões de forma automática, de forma inteligente, de forma massiva, lembrando que estamos falando aqui de pequenos reconhecimentos e frequentes, a tecnologia é muito importante, mas tão importante quanto isso são as relações que estabelecemos com as próprias alianças. Então, não se trata somente de tecnologia, é também sobre a forma como nos conectamos com as pessoas, que por mudarem de comportamento constantemente, precisam de mais atenção. Diante disso, a evolução do próprio catálogo das ofertas, da experiência, das recompensas em si, também faz parte do sucesso. A própria percepção da transformação das necessidades e você responder a essas mudanças na nuvem, é absolutamente relevante para que possamos estar sempre atualizado nas necessidades e vontades desse consumidor.

O marketing de recompensas pode ser considerado um diferencial ou ele seria bem mais que isso?

Se falarmos no contexto das marcas, acho que é um diferencial. O marketing de recompensas passa a fazer parte da expectativa do relacionamento. Então, você espera que a relação com uma marca possa ser construída e que ela possa ser feita de uma forma diferente, de uma forma transformacional e eu acredito que a nuvem de recompensas te permite fazer a construção desse relacionamento. Então, não vou dizer que é um diferencial, porque se for diferencial, de alguma forma seria para poucos.

Fale mais sobre isso.

Tenho a tendência a achar que é uma expectativa da construção dos relacionamentos e dos reconhecimentos dentro do ciclo de amadurecimento das relações entre pessoas e marcas.

Quais os próximos passos do Minu nesse cenário?

A Minu tem planos bem ambiciosos. Temos construído boas conexões dentro de um ecossistema que não tem limites e temos experimentado, então, potencializar essas conexões que vemos gerando em novos projetos e esses novos projetos geram novas oportunidades para que possamos agregar outras soluções. Temos soluções que podem ser de reconhecimento a partir de programas, que são soluções customizadas. Temos também soluções para empresas criarem recompensas com mais autonomia. Entendemos que nós podemos fazer essa conexão entre a criação de campanhas e esse público, que hoje é um público que reconhece e quer ser reconhecido com recompensas. Essa estratégia favorece o relacionamento e conseguimos fazer a ligação cada vez mais efetiva desses conteúdos que estão sendo gerados. Estamos num tempo muito especial da Minu em termos de evolução, de produtos, de clientes, de mercados verticais. É um oceano azul de possibilidades.

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