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Fábio Gastaldi combina comunicação e arte

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Fábio Gastaldi, o Fabão, assina o projeto de comunicação visual do programa “Evenings at Renaissance” durante as celebrações do Global Day of Discovery, no Renaissance em São Paulo. O evento, que aconteceu no dia 18 de maio, foi inspirado no conceito de descoberta e no espírito de vizinhança. Nesse dia, as mais de 170 propriedades da marca em todo o mundo, em um movimento sincronizado, oferecem experiências marcantes aos convidados e hóspedes. Para criar um cenário propício ao tema, o diretor de criação Fabão propôs uma tela de arte “rasgada” que fez a passagem do participante para o mundo das artes. Lá os convidados puderam ouvir a DJ Mariana Mats e ver a disputa de artes de quatro artistas da Art Battle Brasil. Foram criadas várias peças de comunicação para a integração do público e o evento, além de um grande painel para as projeções. “A proposta foi criar um ambiente que permite a passagem do mundo real (lobby do hotel) ao mundo da arte, por meio de um totem, que se fez presente por meio de uma tela “rasgada”. Isto fez com que os participantes criem uma conexão com os artistas, pudessem se divertir ouvindo o som da DJ Mats e apreciar a composição das telas em tempo real. Foi uma integração entre o real e o imaginário, transportando o público para uma experiência que ele vai guardar na sua memória. O cenário é uma arte que abraça o público, trazendo maior interação”, fala Fabão.

Fábio, qual foi a inspiração por trás do conceito de descoberta e espírito de vizinhança no projeto de comunicação visual para o programa “Evenings at Renaissance” durante as celebrações do Global Day of Discovery?

As celebrações do Global Day of Discovery sempre procuram despertar algo novo e “local” nos 170 hotéis da marca Renaissance, da rede Marriott. A direção do Brasil optou por mostrar a arte brasileira. E aí, estruturei uma ação para que o convidado pudesse sentir a passagem para o universo da arte.

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Então, por isso, a escolha da tela rasgada para que a pessoa pudesse adentrar nesse universo. E a passagem, de certa forma, desperta vários sentidos, porque você transpõe uma barreira e aí vem o visual com a beleza das artes, a música, o próprio coquetel que acontece de forma simultânea.

Que elementos específicos você utilizou para criar um cenário propício ao tema de descoberta?

Compusemos um cenário. No lobby, procuramos criar uma separação linear e por isso, usamos latas de tintas para fazer a separação e mais uma vez, para trazer o conceito da arte. A iluminação é um outro ponto importante no cenário, porque desperta o clima do ambiente; a própria tela rasgada, que funcionou como um “portal” para a passagem e uma projeção para comunicação às pessoas que circulavam pelo hotel. O palco foi feito na cor preto para dar destaque aos artistas que produziram suas obras no local e deixamos um espaço especial para a DJ, criando a sua mesa com tambores e tampo montados por nós, que trouxe a música, reunindo vários elementos da cultura brasileira.

Quais foram os principais desafios ao propor a tela de arte “rasgada” como passagem para o mundo das artes?

A tela rasgada sempre causa um espanto, porque é algo que sempre queremos ver de forma íntegra. Então ao rasgar, passa a ideia de túnel de passagem ao mundo das artes. No geral, é estranho ver uma tela rasgada, mas, ao mesmo tempo, inspira a curiosidade de adentrar.

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Como você selecionou os artistas da Art Battle Brasil para participarem do evento?

A seleção foi feita pelo hotel, que é o anfitrião do evento.

Quais foram as peças de comunicação criadas para integrar o público ao evento?

Portal de entrada: Tela rasgada.

Palco e fundo de palco (fizemos uma projeção para comunicar o evento a todos que circulavam pelo hotel, sendo nossa a animação transmitida).

Latas e tambores com comunicação visual do evento.

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Fechamento das adegas do bar.

Como você conseguiu promover a interação entre os participantes e os artistas durante o evento?

Os participantes estavam num ambiente “lobby bar” e puderam assistir à produção das obras em tempo real de quatro artistas, que participaram da competição. Esta relação fica muito próxima e faz com que as pessoas possam admirar a construção, que é algo difícil de presenciar com frequência. Normalmente, só vemos as obras já finalizadas. E isto foi uma forma de interação. E pelo próprio formato do evento, os participantes puderam conversar com os artistas, apreciar o som da artista visual e DJ Mariana Mats. Outra coisa interessante é que o artista vencedor irá expor suas obras no hotel e que estarão disponíveis para compra. As obras dos demais artistas também ficarão disponíveis para compra. Para o toque final, o hotel compôs um cardápio especial de drinks, uma mescla de arte e mixologia.

Quais foram os cuidados necessários para a implantação do evento, considerando a operação simultânea do hotel?

Nossa equipe é responsável pelos serviços de marcenaria, elétrica, iluminação, montagem e logística e por atuarmos há muitos anos, em conjunto, a operação acaba sendo rápida. O maior desafio foi montar todo o evento com o hotel funcionando em sua normalidade, sem poder fazer barulhos e movimentos comuns à montagem de evento. Os cuidados são os rotineiros de uma montagem de um grande cenário, a diferença é que o ambiente continua sendo frequentado durante todo o período.

Leia ou ouça também:  Ana Leão aposta nas ideias e na sua equipe

Por que você escolheu realizar o evento exclusivamente para os hóspedes e convidados do hotel?

O evento é da rede Marriot. Atuamos na execução do projeto. O hotel realiza esta atividade em todas as unidades no mundo.

Quais foram as principais experiências marcantes vividas pelos participantes durante o evento?

Acredito que seja a junção de tudo que aconteceu naquela noite. Transformar o lobby do hotel em um espaço de evento, vivenciar o conhecido de maneira inusitada, as peças produzidas, a arte contida, os artistas e toda gastronomia tornaram aquela noite marcante.

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Como a ambientação do evento contribuiu para explorar a vizinhança da região onde o hotel está instalado?

O hotel está instalado na região da Avenida Paulista, que é uma área muito próxima a galerias de arte, perto do Museu MASP e área altamente cultural. Sempre em busca dessa sinergia, do hotel com a arte.

Por que você acredita que essa experiência será guardada na memória dos participantes?

Você ver a construção de uma obra arte, com certeza, traz uma memória afetiva. Além disso, todo o ambiente foi preparado para gerar esta experiência. Música, mixologia, iluminação e a produção das artes.

Qual foi a inspiração para o tema do “Fechado Para Jantar” deste ano?

Tanto eu como Raphael Despirite, que é o chef do “Fechado Para Jantar”, acreditamos que o amor está presente nas mais diversas relações: amor à família, amor à profissão e o amor para o universo. Por isso, resolvemos fazer essa edição dedicada ao amor.

Quais são os principais desafios para fazer o Fechado para Jantar no modo digital?

Os principais desafios estão ligados à logística. São centenas de produtos, muitos congelados, outros refrigerados e que precisam chegar no dia e hora marcados. O Raphael também precisa pensar num cardápio diferenciado, mas que as pessoas possam fazer com uma certa tranquilidade. Nossa ideia é gerar uma experiência positiva, ser divertido, gostoso de fazer e participar. Da minha parte, eu sempre quero surpreender nossos clientes. Essa edição, a caixa é sustentável e pode ser usada posteriormente pelos participantes como uma caixa para guardar coisas, uma mesa aparadora, porque a tampa é no formato de uma bandeja.

A versão presencial acontecerá no segundo semestre.

Com quantos patrocinadores vocês contam e quais são as restrições

Nesta edição estamos com 18 marcas entre patrocinadores e apoiadores. Para estar no “Fechado Para Jantar”, a marca precisa ter sinergia com a gente. Tem que ter seu diferencial, tem que ser uma marca legal, uma marca que nós nos identificamos, que usamos em casa. O Fechado é real, se falamos, é porque realmente curtimos, tem que fazer sentido para nós estar lá.

Essa experiência será guardada na memória dos participantes também?

São vários motivos. Primeiro receber a caixa, que além dos itens revelados, traz a surpresa, algo inédito. Depois a pessoa irá cozinhar conosco, durante a transmissão do YouTube e de novo, tudo é pensado para marcar: cenário, banda e o preparo da comida. As pessoas estão em casa com quem gostam, curtindo o momento. Isto traz uma lembrança afetiva. Pensamos do começo ao fim, para que tudo fique marcado na memória de quem participa. 100% do que acontece no Fechado passa nas minhas mãos e do Raphael. Criação da comunicação visual, criação da caixa, processo de construção da caixa, comunicação do evento, a montagem, a logística, o RSVP, a captação, a formação da banda… enfim, tudo passa e é criado por nós.

Como vocês conseguiram promover a interação entre vocês e quem estava assistindo?

Nos anos anteriores foram lives e o público interagia conosco. O formato é basicamente o que falei acima e isto cria um clima de aproximação com os participantes. As pessoas curtiram, postaram fotos e as mensagens recebidas mostram como a experiência é positiva e surpreendente.

Quais foram as principais experiências marcantes vividas pelos participantes durante o evento?

Acredito, que durante a pandemia, foi uma forma das pessoas se sentirem que faziam parte de um grupo, que todos estavam cozinhando de uma forma descontraída. Elas curtiram elaborar os pratos e saborear uma refeição feita pelas próprias mãos. A ideia foi levar para a casa das pessoas, um pouco do que fazemos nos eventos presenciais. Deu certo, tanto que virou um evento fixo em nosso calendário.

Última atualização da matéria foi há 1 ano


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