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Cibersegurança precisa de muitos profissionais

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A ACADI é considerada a maior da América Latina, eleita pela EC-Council. Em 2020, capacitou aproximadamente mais de mil profissionais, e em 2021, teve um aumento de mais de 150% em matrículas. A expectativa para 2023 é que o número de profissionais capacitados seja o triplo registrado em 2022. Cresceu 300% nos últimos três anos. Em 2023, vão lançar programas de incentivos e bolsas para mulheres, com o objetivo de aumentar a inclusão das mulheres neste mercado. A equipe é formada por especialistas em segurança cibernética, com reconhecimento internacional e atuação em países como Portugal, Angola e Moçambique. “Em 2020, com a parceria com a CompTIA, uma das mais importantes instituições internacionais na formação de profissionais na área de Tecnologia da Informação, ampliou o portfólio e veio para complementar a formação em cibersegurança com as certificações Security+, CySA+ e PenTest+ da organização. “No segundo semestre de 2021, acredito que o mercado brasileiro viu acontecer a maior parceria em cibersegurança ofensiva, em que a ACADI-TI trouxe para o Brasil de Offensive Security, criadora da metodologia “Try Harder” e da famosa certificação Offensive Security Certified Professional (OSCP). Hoje atuamos como um dos principais parceiros na América Latina, cuja certificações são para profissionais que já estão em níveis avançados”, afirma Josué Luz, CEO da ACADI-TI.

Josué, como a ACADI-TI se tornou a maior academia de educação especializada em cibersegurança?

A ACADI-TI é uma empresa brasileira líder de mercado, fundada em 2012, hoje a principal academia de educação especializada em cibersegurança. Fomos eleitos a maior da América Latina eleita pela EC-Council, líder mundial em conteúdo de educação em cibersegurança, organização que oferece serviços de segurança cibernética com sede em Albuquerque, Novo México. Fornecemos soluções abrangentes e de capacitação em segurança cibernética. A nossa equipe técnica é formada por especialistas em segurança cibernética com reconhecimento internacional e suportamos clientes corporativos no Brasil, Angola, Espanha e Portugal. O nosso diferencial, e isso explica por que somos reconhecidos dessa forma, é porque capacitamos profissionais com uma metodologia proprietária e prática, focada em resolução de problemas reais no ecossistema de tecnologia e segurança da informação, alavancando carreiras na área e protegendo organizações que estão conectadas no mundo digital. Metodologia de ensino diferenciada, acompanhamento do aluno durante toda jornada.

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Que programas de incentivos e bolsas a ACADI pretende lançar para mulheres em 2023 e qual é o objetivo dessa iniciativa?

Em 2023, depois de trabalharmos em conjunto com o mercado incansavelmente, conseguimos formar a nossa primeira instrutora brasileira nos programas da EC-Council. No próximo trimestre, intensificaremos o programa de descontos especiais nas certificações premium, e bolsas 100% subsidiadas por nós da ACADI-TI nos programas Essentials, mediante o processo de assessment das mulheres “cybergirls” interessadas em evoluir em cibersegurança.

Como é a formação na área de segurança cibernética, incluindo o perfil dos candidatos, conteúdo do curso e dicas para se destacar nesse campo?

Formamos mais de três mil alunos nos últimos três anos. A disciplina cibersegurança tem diversas áreas de atuação, como o nosso foco formação técnica, nós capacitamos profissionais para atuar em inúmeras áreas como: Defesa Cibernética, Resposta a Incidentes, Centro de Operações de Segurança, Ethical Hacker (Teste de Invasão), Forense Digital – Segurança em Cloud e Desenvolvimento Seguro de Aplicações, ou seja, capacitamos desde o usuário final ao Executivo das empresas. Nosso carro-chefe são as certificações da EC-Council, empresa parceira desde 2015. Somos o único Centro de Treinamento a trabalhar com mais de 80% das certificações da EC-Council, por exemplo: Certified Security Computer User (CSCU), Certified Network Defender (CND), Certified Ethical Hacker (CEH), Certified Penetration Testing Professional (CPENT), Computer Hacking Forensic Investigator (CHFI) e outras mais.

Em 2020, com a parceria com a CompTIA, uma da mais importante instituição internacional na formação de profissionais na área de Tecnologia da Informação, ampliou o nosso portfólio e veio para complementar a formação em cibersegurança com as certificações Security+, CySA+ e PenTest+. No segundo semestre de 2021, acredito que o mercado brasileiro viu acontecer a maior parceria em cibersegurança ofensiva, em que a ACADI-TI trouxe para o Brasil de Offensive Security, criadora da metodologia “Try Harder” e da famosa certificação Offensive Security Certified Professional (OSCP). Hoje atuamos como um dos principais parceiros na América Latina, cuja certificações são para profissionais que já estão em níveis avançados e com experiência, assim preenchemos uma lacuna que tínhamos em nosso portfólio e gap de conteúdo para esse público no mercado brasileiro. O tempo de estudo mediano para ser um profissional bem qualificado nesse setor é, em média, um ano e meio. A faixa etária varia de 13 a 50 anos. Como toda área de tecnologia, engenharia etc, o percentual predominante ainda é de homens, 98%. Temos três grandes perfis em nossas turmas que são:

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Iniciantes: pessoas que estão começando no mundo da TI e identificaram, em cibersegurança, uma grande oportunidade e promissora carreira.

Profissionais migrando de área: temos muitos profissionais migrando de área de tecnologia para a cibersegurança, muitos deles vindo de infraestrutura e desenvolvimento.

Profissionais cibersegurança: que já atuam no mercado de cibersegurança e querem se especializar cada dia mais.

Qual a importância das habilidades de comunicação, trabalho em equipe, integração e discrição na área de segurança cibernética?

Como o mercado apresenta uma grande escassez de mão de obra qualificada, tem necessidade de profissionais em todos os níveis, portanto, temos desde alunos que não tem nenhum conhecimento na área – aqueles que estão em processo de migração de área ou no início e meio de carreira -, até nível de especialista, então, quanto mais habilidades o candidato tiver, mais chance ele tem se conseguir um bom cargo na área. Como a cibersegurança é uma disciplina técnica e muito dinâmica, exige do profissional muita dedicação e horas de estudos, mas é uma área em ascensão e com muitas oportunidades. Temos capacitações básicas até a pós-graduação.

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Quais são as oportunidades e atributos que as empresas valorizam em profissionais de segurança cibernética?

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Os requisitos na contratação e seleção podem variar muito dependendo da área e nível do profissional, mas falando de um profissional experiente e de nível avançado, além do conhecimento técnico aprofundado, deve possuir qualificações, como: habilidades de comunicação, trabalho em equipe, integração e discrição, habilidades para resolver problemas e de programação, profundos conhecimentos em princípios de segurança da informação, análise de risco, análise de códigos maliciosos, protocolos de comunicação e técnicas de invasão, mas não está limitado a essas características. O mais importante de tudo é que este profissional deve apresentar um comprometimento com a sua aprendizagem e desenvolvimento contínuo.

Como o mercado de segurança cibernética está se expandindo e quais são os desafios atuais?

Um dos maiores desafios é desenvolvermos a cultura da educação em cibersegurança, isso por estarmos cada vez mais conectados tanto na vida pessoal quanto na vida profissional. A pandemia acelerou a transformação digital no mundo incluindo a necessidade do trabalho remoto. Sempre compartilhamos que, nós seres humanos, somos sempre o elo mais forte por criarmos e desenvolvermos oportunidades e, ao mesmo tempo, o elo mais fraco neste cenário, pois, não nos atentamos aos riscos. A educação, com o foco em proteção de identidade e dados, devido estarmos sempre conectados.

Por que as empresas têm dificuldade em contratar profissionais especializados em segurança cibernética, mesmo com a previsão de abertura de milhões de vagas?

O gap global por profissionais de cibersegurança, segundo a International Information System Security Certification Consortium (ISC)² é de 4 milhões. O Brasil precisa formar, aproximadamente, 335 mil profissionais. Em 2020, a ACADI-TI capacitou aproximadamente mais de 1.000 profissionais, já em 2021 tivemos um aumento de mais de 150% e a expectativa para 2022 é que o número de profissionais capacitados seja o triplo de 2021. No Brasil, a falta de especialistas em cibersegurança dificulta a proteção de dados e sistemas, expõe as empresas a riscos de violações de segurança e interrupção de negócios. Além disso, a escassez de profissionais qualificados também pode prejudicar o desenvolvimento tecnológico e a inovação. Investir na formação e capacitação desses profissionais é essencial para enfrentar esses desafios, fortalecendo a segurança cibernética e protegendo dados e sistemas críticos.

Como a falta de profissionais capacitados em cibersegurança afeta o cenário global e, mais especificamente, o Brasil?

A falta de profissionais capacitados em cibersegurança tem um impacto significativo no cenário global, e o Brasil não é exceção. Essa escassez de talentos qualificados gera brechas para ataques cibernéticos mais frequentes e sofisticados, resultando em perdas financeiras e danos à reputação das empresas. Setores estratégicos, como governo e infraestrutura crítica, ficam vulneráveis a ameaças cibernéticas, o que pode afetar a segurança nacional.

Quais são as perspectivas de crescimento para o cibercrime e como as organizações estão lidando com as ameaças à segurança de dados?

Em 2022, cerca de 68% das empresas brasileiras relataram ter sofrido violações de cibersegurança, um aumento significativo de 24% em comparação a 2021, de acordo com o estudo da The State of Ransomware. O relatório aponta que os comportamentos dos funcionários têm sido a principal causa de sequestro de dados, seja por violações de credenciais (29%), como senhas, ou por e-mails maliciosos (18%) e phishing (13%), que consiste em clicar em links perigosos. Já dados divulgados pela Cybersecurity Ventures mostram que os crimes cibernéticos terão crescimento de cerca de 15% até 2025. O prejuízo causado deve chegar a 8 trilhões de dólares em 2023 tornando o cibercrime a terceira maior economia do mundo.

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Por que é importante investir na formação de profissionais em segurança cibernética para enfrentar a crise global de habilidades nessa área?

Investir na formação de profissionais em segurança cibernética é crucial para enfrentar a crise global de habilidades nessa área. Esses profissionais são essenciais para proteger dados sensíveis, prevenir ataques cibernéticos, responder a incidentes de segurança de forma eficiente e manter a segurança nacional. Além disso, eles impulsionam a inovação e o desenvolvimento tecnológico seguro, aumentam a resiliência das organizações e oferecem oportunidades de carreira promissoras. Com a demanda por profissionais qualificados superando a oferta, investir na formação em segurança cibernética é fundamental para garantir a proteção de informações estratégicas, reduzir riscos financeiros e preservar a reputação das empresas. Esses investimentos também fortalecem a segurança de infraestruturas críticas e contribuem para um ambiente digital mais seguro e confiável.

Última atualização da matéria foi há 1 ano


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