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10 aforismos sobre o Congresso Nacional

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Nesta seção, reunimos aforismos que não pedem licença: observações em punhal, ironias que vestem a nudez dos fatos e pequenas sentenças que carregam o peso de tratados. Países, líderes, ideologias, mitos e delírios — tudo cabe em uma linha, desde que doa com precisão. Nada aqui é neutro. Tudo aqui é necessário. Curto, seco e certeiro — aqui, cada frase é um espelho rachado do mundo.

Chamamos isso de Dezaforismos: dez tiros de palavras por semana, mirando o que geralmente se evita olhar de frente. Não há manual de etiqueta para essas frases. Elas vêm para ferir, provocar, revelar, zombar, denunciar — e, às vezes, tudo isso de uma vez. São cápsulas de lucidez lançadas contra o ruído. Não há compromisso com o conforto, mas sim com o incômodo produtivo.

Se você espera equilíbrio, vá ler estatísticas. Aqui, oferecemos vértice, ângulo e faca. A cada edição, um novo tema. A cada tema, dez formas de tensionar o mundo. A beleza está na síntese — e o estrago, no silêncio que fica depois da última palavra.

Congresso é o único lugar onde a mediocridade vira profissão e a covardia ganha salário.

Ali, as leis nascem velhas, os discursos nascem mortos, e os votos nascem vendidos.

O Congresso é o espelho do país, mas alguém sempre joga fumaça na frente.

Se o povo soubesse o preço de cada emenda, não votaria — pediria troco.

O centrão não é centro: é o buraco negro onde princípios desaparecem.

Congresso é o único lugar onde a mediocridade vira profissão (Foto: Agência Senado)
Congresso é o único lugar onde a mediocridade vira profissão (Foto: Agência Senado)

Para cada projeto que melhora o país, há três que só melhoram a conta bancária de alguém.

No Congresso, escândalo não derruba carreira — vira currículo.

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Quem defende a “democracia” ali muitas vezes só defende o próprio foro privilegiado.

A pressa de votar é sempre proporcional ao tamanho do cheque por trás.

Entre salvar o país e salvar o mandato, o Congresso escolhe sempre o que dá mais votos ou mais verba — quase nunca o que dá mais vergonha.


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