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10 aforismos sobre os intelectuais

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Nesta seção, reunimos aforismos que não pedem licença: observações em punhal, ironias que vestem a nudez dos fatos e pequenas sentenças que carregam o peso de tratados. Países, líderes, ideologias, mitos e delírios — tudo cabe em uma linha, desde que doa com precisão. Nada aqui é neutro. Tudo aqui é necessário. Curto, seco e certeiro — aqui, cada frase é um espelho rachado do mundo.

Chamamos isso de Dezaforismos: dez tiros de palavras por semana, mirando o que geralmente se evita olhar de frente. Não há manual de etiqueta para essas frases. Elas vêm para ferir, provocar, revelar, zombar, denunciar — e, às vezes, tudo isso de uma vez. São cápsulas de lucidez lançadas contra o ruído. Não há compromisso com o conforto, mas sim com o incômodo produtivo.

Se você espera equilíbrio, vá ler estatísticas. Aqui, oferecemos vértice, ângulo e faca. A cada edição, um novo tema. A cada tema, dez formas de tensionar o mundo. A beleza está na síntese — e o estrago, no silêncio que fica depois da última palavra.

Intelectuais: faróis críticos ou torres de marfim?

Nos livros, forjam ideias; nas praças, colhem ecos.

O silêncio dos intelectuais fala mais que seus manifestos.

Entre cátedras e cafés, teorias encontram gente.

Ideias brilhantes não sobrevivem em gabinetes escuros.

O papel do intelectual é revisto de tempos em tempos na sociedade (Foto: Ultimato)
O papel do intelectual é revisto de tempos em tempos na sociedade (Foto: Ultimato)

Intelectuais inspiram, irritam e inquietam — é sua função.

Quem pensa desafia; quem se omite se dissolve.

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A palavra é sua arma, o risco é sua sina.

O pensamento crítico não tem partido, mas tem postura.

No fim, intelectuais são o termômetro moral de uma época.


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