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Do lado de lá com Chiquinha Gonzaga

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Chiquinha Gonzaga (1847–1935), nascida Francisca Edwiges Neves Gonzaga no Rio de Janeiro, foi pianista, compositora, maestrina e ativista brasileira, pioneira na música popular e no teatro musical. Quebrou barreiras de gênero ao reger orquestras e assinar partituras próprias numa época em que mulheres eram afastadas do espaço público. Autora de sucessos como “Ô Abre Alas”, compôs choros, polcas, tangos e operetas, fundindo erudição e popularidade. Enfrentou censuras e preconceitos, militou pela abolição da escravidão e pela liberdade artística. Morreu em 28 de fevereiro de 1935, deixando um legado que une música, resistência e transformação cultural.

12 frases marcantes de Chiquinha Gonzaga:

“A música é liberdade vestida de som.”

“Compor é costurar sentimentos no tempo.”

“A alma brasileira pulsa no compasso do choro.”

“Arte é coragem antes de ser beleza.”

“Cada partitura é uma trincheira contra o silêncio.”

“Mulher no palco é revolução afinada.”

Chiquinha Gonzaga, compositora, pianista e maestrina singular (Ilustração: Coelho)
Chiquinha Gonzaga, compositora, pianista e maestrina singular (Ilustração: Coelho)

“O piano é minha bandeira, a música meu país.”

“Quem escreve melodias escreve futuro.”

“A censura teme mais a canção do que o grito.”

“Liberdade é a clave que abre a partitura da vida.”

“Cada nota é um manifesto de resistência.”

“Ser compositora é desafiar o destino com harmonia.”

Mensagem do Além

Pergunta psicografada para Chiquinha Gonzaga

(No além, não há pautas nem compassos fixos. Há rios de som que escorrem sem fim. Chiquinha Gonzaga caminha por um corredor de claves e estrelas, regendo orquestras invisíveis, compondo partituras com o vento e o brilho das lembranças.)

Pergunta:

Chiquinha, o que ainda devemos aprender com você?

Resposta psicografada:

“Aprendam que a música é ato de liberdade e afeto. Que cada compasso pode ser um gesto político. Que o palco não é lugar só de espetáculo, mas de transformação. Não esperem permissão para criar — toquem, componham, vivam. E lembrem-se: arte sem coragem é silêncio; coragem sem arte é barulho. Façam do cotidiano um concerto de dignidade, porque viver é a melodia mais revolucionária.”

Leia ou ouça também:  Do lado de lá com Simone de Beauvoir

— Chiquinha, do além, compondo partituras na eternidade.


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