Do lado de lá com William S. Burroughs
William S. Burroughs (1914–1997) foi um dos nomes mais controversos e influentes da literatura do século XX. Nascido em St. Louis, nos Estados Unidos, pertencia a uma família abastada e estudou em Harvard. Tornou-se conhecido como figura central da geração beat, ao lado de Allen Ginsberg e Jack Kerouac. Seu livro mais famoso, Naked Lunch (1959), é uma obra experimental, fragmentada e psicodélica, que desafiou as convenções literárias e foi alvo de processos por obscenidade. Burroughs teve uma vida marcada pelo vício em heroína, pela marginalidade e por experiências radicais com drogas e sexualidade. Sua escrita foi influenciada pelo uso de técnicas como o “cut-up”, em que trechos de textos são recortados e reorganizados aleatoriamente. Além da literatura, teve influência nas artes visuais, na música e no cinema. Matou acidentalmente sua esposa Joan Vollmer em 1951, ao tentar recriar o mito de Guilherme Tell — um episódio que o assombrou pelo resto da vida. Viveu em cidades como Nova York, Tânger, Paris e Londres, antes de se estabelecer em Lawrence, Kansas. Burroughs morreu aos 83 anos, em 1997, de um ataque cardíaco. Seu legado segue cultuado por artistas, escritores e contraculturas ao redor do mundo.
12 frases marcantes de William S. Burroughs:
“O perigo não está nas drogas, mas na proibição das drogas.”
“A linguagem é um vírus vindo do espaço.”
“O controle pode nunca ser eliminado, mas pode ser mudado de forma.”
“A paranoia é apenas a realidade em uma dose mais concentrada.”
“Nada é verdade. Tudo é permitido.”
“O vício começa com a esperança de que você pode controlar a droga. E termina quando a droga controla você.”

“A única coisa que pode resolver qualquer problema é a informação correta.”
“Desconfie do homem que trabalha duro para ensinar a moralidade. Ele quer vigiar sua alma para depois roubar seu corpo.”
“As pessoas têm medo de enfrentar a realidade porque ela é controlada por mentiras confortáveis.”
“A arte é uma forma de magia. E o artista, um feiticeiro.”
“A mente moderna é um museu de horrores organizados.”
“Quando você para de crescer, você começa a morrer.”
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outubro 20, 2025Frederic Chaz assina a seção Vozes do Tempo e realiza conversações inusitadas no Panorama Mercantil. Estudioso do processo metafísico e mediúnico, ele conduz o leitor por trilhas sensoriais entre o visível e o invisível, investigando as frestas do tempo e da consciência. Seus textos ressoam como ecos de outras dimensões — ora sussurrando mistérios, ora lançando luz sobre o enigma humano. Em um portal dedicado à profundidade e à densidade informativa, sua escrita atua como um sismógrafo do espírito, captando vibrações sutis que escapam aos olhos apressados.




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